Entrevista com THOMAZ RAFAEL


- Nome, idade e cidade onde nasceu?

R: Thomaz Rafael, 32 anos, São Paulo – SP.


- É mais conhecido como? (apelido ou nome artístico)
R: Thomaz Rafael.


- Qual seu time de coração?
R: Todo Poderoso Timão, primeiro campeão mundial pela FIFA.


- Tirando o futebol, qual seu esporte favorito?
R: Pra jogar, tênis e basquete. Pra assistir, futebol americano e basquete.


- Tem um segundo time de coração (mesmo sendo de outro esporte)? Por quê?
R: O único esporte, além do futebol, no qual eu torci de verdade para um time foi o basquete. Na verdade, a NBA. Era fanático pelo Chicago Bulls. Por causa do Pelé das quadras, Michael Jordan. Mas sempre simpatizei também com o Boston Celtics (por causa do Larry Bird) e o Miami Heat (por causa da cidade). No futebol, tenho simpatia por muitas equipes, mas só torço para o Timão!


- Seu maior ídolo no futebol é? Por quê?
R: Não dá pra escolher apenas um. Com a camisa corintiana, meus ídolos são Carlitos Tevez, Neto, Marcelinho, Ronaldo, Gamarra e Sócrates. Com a camisa da seleção, Dunga, Zico e Romário.


- Qual seu ídolo na música? Estilo musical que mais gosta? Música predileta?
R: Beatles. Sempre Beatles. Lennon e McCartney são as reencarnações de Beethoven e Mozart. Gosto de rock, pop, música clássica, música latina e alguns outros gêneros. E odeio jazz, blues, funk, rap, pagode, calipso e axé. Minha música predileta? Acho que “Mr. Jones”, do Counting Crows. E quase todas dos Beatles. Além do hino do Corinthians.


- Qual foi seu jogo inesquecível? Por quê?
R: Corinthians x Vasco, decisão do Mundial. Escrevi um texto sobre esse jogo em meu livro, “Meu Jogo Inesquecível”.


- Qual palavrão você mais costuma falar?
R: São tantos, eh, eh. Deveria falar menos. Mas uso muito “merda”, “P... que pariu”, “filho da p...”. Uso os palavrões das antigas. Sou um cara conservador, eh, eh.


- O que você curte assistir na televisão ultimamente?
R: Desde pequeno, curto programas esportivos, transmissões esportivas e seriados americanos. Da tevê brasileira, sou fã do CQC. Não perco um programa.


- Está na Transamérica desde quando? E no Galera Gol?
R: Janeiro de 2001. No Galera Gol, participei dos primeiros programas, em 2003, mas fiquei um tempinho fora, entre 2004 e 2005. Voltei em julho de 2005.


- Se fosse um órgão do corpo, qual você seria no programa (função do órgão)? Por quê?
R: Bem, fazemos essa brincadeira no programa. O Gavião é o coração, por sua sensibilidade, por ser um ser humano ingênuo e sem maldade. O Porpeta é o pulmão, já que grita, canta, fala muito, enfim, usa bastante o fôlego para fazer suas imitações geniais. Eu seria o cérebro, já que atuo como apresentador e geralmente sou o único a falar de futebol com seriedade. Já a Paloma não seria nenhum órgão. Seria a alma feminina do programa. Ela dá um toque delicado às discussões, com charme e inteligência. E o Fuzil é o apêndice. Mas ele jura que o apêndice tem uma função no corpo humano. Acredito nele, eh, eh.


- Se não trabalhasse em rádio, gostaria de seguir qual profissão?
R: Além de atuar no rádio esportivo, trabalho numa editora voltada para o mercado musical. Mas também gostaria de trabalhar como crítico de cinema ou ter mais tempo para escrever livros, sei lá... Mas tudo ligado à área de comunicação. Não seria um bom médico, engenheiro ou advogado...


- Qual o maior mico que já pagou no ar?
R: Foram tantos. Acho que o mais famoso foi ter falado “Moisés Lucaralho” sem querer. Foi numa transmissão do Éder Luiz, eu estava no plantão, fui dar rapidamente a notícia de um gol no estádio da Ponte Preta e o “Lucarelli” acabou saindo diferente, eh, eh.


- Frase ou dito popular que você mais gosta?
R: “Deus ajuda quem cedo madruga” (acho que também é o ditado preferido do Porpeta). Tem uma frase bacana também do fantástico e saudoso Paulo Francis. Ele era comunista, mas acabou mudando de idéia com o passar do tempo. E certa vez disse: “tudo o que um governo deve fazer é dar condições ao povo de prosperar”. Ou seja, não é com estatizações ou pulso firme que um governante vai melhorar a vida das pessoas. Capitalista ou socialista, ele deve é permitir que um trabalhador tenha condições de prosperar. Algo que não acontece em Cuba e que não acontecia nos países socialistas da Cortina de Ferro. Pra completar, um trecho de uma música do maravilhoso cantor e compositor argentino Leon Gieco: “
Si me pedís que vuelva otra vez donde nací, yo pido que tu empresa se vaya de mi país”. É uma letra que combate o preconceito contra os imigrantes nos países do primeiro mundo. Algo como: “Se você quer que eu volte pra onde eu nasci, então que a sua empresa vá embora do meu país”. A mensagem é clara: eu não posso trabalhar e ganhar dinheiro no seu país desenvolvido, mas o seu país pode lucrar a vontade no meu, subdesenvolvido.

- Tem algum sonho? Gostaria de trabalhar com alguém em especial?
R: Com muita gente. Há muitos profissionais fantásticos em nosso meio. Daria pra citar vários.


- Escale sua seleção do todos os tempos:
R: Dida, Jorginho, Baresi, Gamarra e Mathaus (improvisado na lateral-esquerda); Dunga, Zidane, Zico e Maradona; Romário e Roberto Baggio.

5 comentários:

Fernando disse...

Grande Thomaz Rafael, um apresentador provido de humor sarcastico, mas com grande inteligencia, bela entrevista, valeu abraços!

23 de agosto de 2008 09:20
Anônimo disse...

Infeliz o seu comentario sobre o Internacional,no dia 15/05,o Sr. é um formador de opinião,e não deveria ter feito aquela acusação.Todos erramos ,mas uma desculpa seria bem vinda

16 de maio de 2009 07:11
Anônimo disse...

Desculpe ter colocado anonimo o meu comentario,eu não domino o micro,FABIO GONÇALVES

16 de maio de 2009 07:13
Anônimo disse...

Por que nao:)

21 de novembro de 2009 01:42
rockstar's disse...

que saudade desse tempo

19 de abril de 2017 10:10

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